Brincar de futebol “homem a homem” para embalar um bate-papo


By patcamargo

Antes que você comece a dizer que futebol também é brincadeira de menina, e blá blá blá. Sim, eu sei, e aqui no Tempojunto a gente é super a favor de deixarmos os filhos experimentarem os brinquedos e brincadeiras que mais acharem legais. Mas a gente também fala aqui da nossa experiência com as brincadeiras, por isso, sim, o papo hoje aqui é futebol de pai e filho, de meninos.

O Pocoyo é mega hiper fã de dinossauros. Ele não liga para super-heróis (só brinca se um amigo insiste muito) e as modas de HotWeells, Minecraft, Angry Birds ou Pokemon vem e vão. Mas os dinos continuam firmes e fortes. Eu credito isso ao início da história de dinos aqui em casa. Colar figurinhas e completar um álbum de dinossauros foi a primeira brincadeira que meu filho fez com meu marido regularmente. Muito mais que o brinquedo, foi o vínculo criado pela brincadeira com o papai que fez toda a diferença.

Brincar-de-futebol-homem-a-homem-para-embalar-um-bate-papo_Pai-e-pocoyo-se-divertindo

Meu marido gosta muito de futebol. Ele jogava quando criança, tinha time na escola e até hoje manda bem. Mas o Pocoyo não. Quando ele tinha 2 ou 3 anos, até arriscava chutar, correr com a bola. Mas este é um esporte que está distante do que ele gosta de verdade. Bom, paciência, né? Só que não. Esta foto aí em cima é do Pocoyo e o papai jogando futebol “homem a homem” numa viagem que fizemos.

Brincar-de-futebol-homem-a-homem-para-embalar-um-bate-papo_pai-e-pocoyo-jogando-futebol

Ele estava entediado, não queria ficar com os monitores e naquele momento estávamos no parquinho “baby” com as meninas. Meu marido sacou a oportunidade, pegou uma bola e chamou o Pocoyo para jogar. Sem pressão, sem querer que o filho acertasse todas as bolas, meu marido foi mostrando jogadas, dribles e, ao mesmo tempo conversando com o filho. Isso mesmo. O futebol naquele dia foi a brincadeira que conectou os dois num papo sobre várias coisas. Eu fiquei de longe fotografando, sem interromper, obviamente (a gente precisa dar espaço para a mágica acontecer).

O futebol durou 50 minutos (!!). Os dois saíram rindo à toa!

Resultado: o Pocoyo ainda desgosta de futebol, é desajeitado no jogo. Mas sempre que o pai pega uma bola, ele aceita o convite e eles brincam de futebol “homem a homem” para embalar um bate-papo.

Tem outras histórias de como a brincadeira conecta a minha família e a família da Patricia Marinho. E a gente compartilha tudo isso com você semanalmente, via a Newsletter do Tempojunto. Para recebê-la, basta se inscrever gratuitamente neste link.

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