Jogo de cartas que supera o jogo do videogame


Sim, é possível. É possível que um jogo de cartas seja mais atraente para uma criança que um videogame ou jogo no celular ou tablet. Não tenho nada contra a tecnologia; ela está aí e temos que aproveitá-la a nosso favor. Tem vários posts no blog que falam sobre isso. Mas nós pais, mães, avós, tios temos que ter alternativas para oferecer às crianças e tirá-las da frente da tela. A boa notícia é que é possível sim, desde que você proponha algo legal no lugar.

Quem tem a minha idade conhece Magic. É um jogo de cartas, que mistura RPG, com estratégia. Você consegue jogar com baralhos prontos ou montar o seu. Durante um bom tempo, eu, meu marido e amigos nos reuníamos sempre para partidas de Magic. Foi com uma carta de Magic que eu contei ao meu marido que estávamos grávidos do nosso primeiro filho. E são as cartas de Magic que estão retornando à nossa rotina, agora unindo meu marido e o Pocoyo em um tempo junto bem gostoso.

Um fim de semana destes, percebi que os meninos da casa estavam rindo, conversando e fazendo aqueles ruídos característicos de crianças em batalha. E fiquei super contente quando vi aquele monte de cartas espalhadas pela mesa. Meu filho estava aprendendo a jogar Magic com o pai. Cartas, explicações, descrições de monstros de manas (energias), de jogadas e de estratégias simples de batalha (o Pocoyo tem 8 anos) tomaram o espaço do game. Eles ficaram pelo menos uma hora e meia entretidos.

Comece com o que vocês conhecem

Não é demais? O vínculo entre pai e filho aqui em casa sempre teve este componente de coleção. Juntos eles fizeram o primeiro álbum de figurinhas, que resultou na incrível fascinação que o Pocoyo tem por dinossauros. Esta é uma boa forma de começar uma brincadeira simples com seu filho: por meio de interesses comuns.

Entender as regras do Magic ficou mais fácil para meu filho porque antes ele já havia jogado Pokémon comigo. E estou falando do jogo físico, com cartas. Nada de jogo virtual. A coleção de cartas Pokemon cresce dia a dia em casa, mas além de só trocar as cartas com os amigos, eu fiz questão de ensinar e jogar com ele as batalhas.

Com o tempo, o Pocoyo ficou “craque” e já sabe trocar suas cartas de forma mais estratégica com os amigos, buscando realmente o que ele precisa. Estas duas são as mais recentes aquisições.

Foi meu filho quem quis mostrar ao pai o que era a Batalha Pokémon e a partir daí surgiu a vontade do meu marido em ensinar o Magic para o Pocoyo. E agora, as batalhas aqui em casa se multiplicam na nossa rotina!

Toda quarta-feira eu escrevo aqui, contando as peripécias em casa com meus filhos e as brincadeiras que fazemos. Para não perder nada, inscreva-se na Newsletter Tempojunto. Você receberá um e-mail nosso toda semana com as novidades do blog e das redes.

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