Se você viu a imagem de capa deste post deve ter visto a frase “Campeonato Mundial de Bate Bolinha”. Aí você me pergunta: “Campeonato Mundial, Patrícia? Como assim?”. Deixa eu começar esclarecendo que trata-se de uma piada interna da família Marinho. Eu sempre brinco com as meninas que se elas treinarem bastante, podem ser campeãs de alguma coisa, inclusive Bate Bolinha. É um desafio que torna as brincadeiras específicas, como as que desenvolvem a coordenação olho-mão, ainda mais divertidas.

A gente vive falando que as crianças não precisam de muito para brincar, não é verdade? Um pouco de criatividade e alguns materiais já fazem diferença. Quando as crianças crescem, colocar uma camada de desafio ou competição torna tudo mais divertido ainda. Tipo o concurso de quem é o melhor saltador em poça de lama que eu vi outro dia no desenho da Peppa Pig.

Aqui em casa, em matérias de brincadeiras bobas, já fizemos coisas como o Campeonato Mundial de lançamento de cartas

Brincar com as crianças é mais fácil do que você imagina - carol jogando as cartas

… e o Campeonato Mundial de equilibrar peças de Lego no palito de picolé.

Brincadeira de um minuto para fazer com as criancas- pat equilibrando

O “Campeonato Mundial de Bate Bolinha” segue a mesma linha. Na nossa versão, bastaram duas participantes, eu e a Carol, duas raquetes e uma bolinha de ping-pong. A meta é ver quem consegue bater mais vezes a bolinha na raquete sem deixar cair.

Onde entra a coordenação olho-mão nessa história? Outro dia, no post do frisbee (link), falei que eu e a Carol somos péssimas nessa habilidade. Para a gente é muito difícil olhar e conseguir jogar um objeto aonde queremos. Por conta disso, cada vez que eu percebo que tenho a oportunidade de brincar de forma que ajude a coordenação olho-mão, eu faço com o maior prazer.

A Carol começou jogando e só conseguiu 16 batidas.

Vamos desenvolver a coordenação olho-mão - carol jogando a bolinha

Na sequência foi a minha vez. De cara consegui 70 batidas.

Vamos desenvolver a coordenação olho-mão - pat jogando a bolinha

A Carol não se conformou e eu disse que para melhorar é preciso treinar. Ela pegou a raquete da minha mãe e ficou treinando até conseguir passar o meu recorde. Para desafiá-la, assumi a posso da raquete de nome e bati a bola 180 vezes antes de deixar cair. Não deu outra. Lá foi ela se concentrar para treinar e me superar. Resultado: 248 batidas e o novo “recorde mundial” rsrsrs.

Esta é uma das muitas brincadeiras que temos no blog para crianças maiores. Você pode fazer uma busca, que vai encontrar bastante coisa. Ou, se preferir, pode inscrever-se na nossa Newsletter, semanal e gratuita, para receber no seu e-mail as novidades do Tempojunto!