Força e agilidade numa brincadeira de cowboy
Fala se esta cara minha aí da foto não é de dar dó? Pois é. Independentemente do quanto você riu com estas caretas de “dor e sofrimento”, esta é minha interpretação de um boi ou bezerro sendo laçado.
Esta é uma brincadeira muito boa para quando você estiver ao ar livre, num parque ou num espaço que dê para correr bastante com seu filho. Em casa começou meio que por acaso, quando o Pocoyo, que está com 7 anos, resolveu provocar Cururuca, que está com quase 6. De vez em quando minha casa parece um cenário das revistas em quadrinhos do Maurício de Sousa, com o Cebolinha sempre provocando a Mônica.
Bom, ela estava pulando corda. Não deu outra: saiu correndo atrás do irmão com a corda na mão. Como ela sabe que não pode usar a corda como “arma”, ou seja, não pode chicotear nem bater com a ponta da corda em ninguém, a Cururuca resolveu laçá-lo.
Foi quando o Pocoyo resolveu entrar na brincadeira de cowboy e se fingiu de bezerro, deixando-se laçar e puxando as meninas (sim, a esta altura, a Potcho, de 5 anos, já estava participando da farra). Não repara no desfocado da foto, mas eu estava literalmente correndo atrás deles para conseguir registrar a brincadeira.
Correr sem machucar
Você notou que nesta brincadeira, além de se divertirem, eles fortaleceram os membros inferiores (pernas) correndo; os superiores, ao puxar a corda, além de estabelecerem relações de velocidade, distância e pontaria. A única regra que eu criei para ninguém se estatelar no chão, era que o bezerro tinha que parar no instante que a corda o alcançasse, mesmo sem ter sido laçado.
Claro que daí para eu participar foi um pulinho. Olha minha cara de bezerro desesperado, com os três tentando me puxar de volta para o curral rsrsrs.
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