Brincar de basquete para continuar a estimular a coordenação motora dos filhos


Em geral, quando falamos de coordenação motora, logo pensamos no bebê, que está aprendendo a andar, ou na criança pequena. Mas quando nossos filhos crescem este desenvolvimento continua e se aprimora. E as brincadeiras com bola são ótimas para estimular a coordenação motora.

A Patricia Marinho já citou aqui, por exemplo, como variar uma brincadeira de bola com a Carol, sua filha mais velha.

Mas em casa, com meu filho mais velho, o “lance” tem sido a bola de basquete. Que pode ser substituída por qualquer outra bola que quique no chão. Então, quando estamos brincando, deixamos de lado as regras do jogo, e eu invento formas novas de brincar. Já postei sobre arremessos diferentes (de costas, cego, com impulso de cama elástica).

E hoje vou falar de dribles. Já virou um hábito saudável aqui em casa aos sábados, depois de completas as lições de casa, as crianças descem com meu marido na quadra para jogar bola (vocês verão vários posts sobre isso aqui). São 20 minutos que fazem toda a diferença para eles. Como são três, cada um tem sua “bola” preferida, e meu marido faz questão de brincar um pouco com cada um.

Com o Pocoyo eles estavam dia destes, treinando passar entre um e outro, sem deixar de bater a bola.

Coordenação olho mão, força e velocidade

Eles passavam um pelo outro, às vezes trocando bolas, às vezes desviando. Em alguns momentos vinha o arremesso, mas este nem era o objetivo da brincadeira.

A gente, claro, não fica pensando (e nem deve) nestas coisas durante a brincadeira. Mas depois, parando para olha com calma, olha quanta coisa a gente continua estimulando nas crianças:

– Coordenação motora de braços (ou membros superiores), para bater a bola sem parara

– Coordenação motora de pernas (ou membros inferiores), para correr e driblar sem cair

– Noção espacial, para não trombar no outro, e saber a direção para onde correr

– Coordenação olho-mão (outra coisa que a gente fala muito para bebês, mas que continua), para saber a distância da bola chegando num passe e segurá-la, sem derrubar ou sem deixar que a bola bata no rosto.

– Noções de física: velocidade e força para saber passar a bola e arremessá-la

 

 

Isso sem contar a relação entre pai e filho, que fica mais próxima. Quanta coisa numa brincadeira de basquete! Estimular a coordenação motora dos filhos pode ser mais simples do que parece: basta brincar!

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