Brincadeiras de rua que todos deveriam fazer
Faz tempo que eu não escrevo sobre brincadeiras. Talvez porque na maior parte dos grandes centros urbanos seja muito difícil brincar assim, principalmente por questões de segurança. Mas eu cresci brincando na rua e morro de pena de ver toda uma geração de crianças de não sabe o que é isso. No mínimo dá para aproveitar o quintal ou o play do prédio para relembrar os velhos tempos com brincadeiras de rua que todos deveriam fazer.
No primeiro post que escrevi sobre o assunto, falei sobre pular elástico, brincar de Vai e Vem e fazer pião. Também já escrevi sobre telefone sem fio e pés de lata.
Fiz isso tudo e bateu a maior nostalgia. Por isso, quando a Gabriela fez aniversário de um ano, contratei uma recreação diferente, chamada Quintal de Estrelas, que me fez relembrar mais algumas brincadeiras. Mais do que isso, me fez vibrar ao ver o quanto as crianças adoram cada uma delas.
Éramos poucas pessoas, cerca de 4 adultos e 15 crianças e fomos todos brincar na pracinha da rua. A primeira brincadeira foi justamente pular elástico. Havia gente que nunca tinha pulado e os meninos, em especial, adoraram aprender.

Eu não sei como era com você, mas no meu tempo, se pulava assim:
O ideal é ter pelo menos 3 pessoas para fazer esta brincadeira. Duas irão segurar o elástico com as pernas e a terceira vai pular. Existem várias formas de pular, mas a mais básica, que eu lembro da minha infância é:
- Quem for pular deve se posicionar no meio do elástico, do lado de fora.
- Depois é preciso pular com os dois pés dentro do elástico
- Em seguida você pula para cima para cair com cada pé em um dos lados do elástico
- Daí você pula com os pés para fora de forma que cada um fica em um dos lados do elásticos
- Finalmente a pessoa vira e pula para sair, deixando o elástico voltar para o seu lugar.
A brincadeira rendeu tanto que deu tempo da Gabi entender o que estava acontecendo e se interessa em pular também. Olha ela aí:
Foi uma salva de palmas tão grande com esse excesso de fofura que até ela parou para aplaudir o seu feito (e eu morrendo de rir de tudo).
Você se lembra da última vez que bateu corda? Pois esta foi a brincadeira seguinte. A cara usada da Carol na foto diz tudo, né?
Mas não paramos por aí. Que tal brincar de bola de gude?
Devo confessar que eu não tinha mais a menor ideia de quais são as regras para brincar disso e tiveram que me explicar de novo. Se quiser se aventurar, achei este post aqui que explica.
Na pracinha tinha um parquinho com brinquedos e as crianças não perderam a chance de aproveita-los também. Juntos é mais gostoso!
A peteca ficou para a próxima. Não deu tempo desta vez!
Acho que o melhor foi ver a cara das crianças de feliz simplesmente por estar ali, brincando.
Melhor tempo junto, impossível!
Qualquer hora vou reunir a Carol e os primos dela na casa da minha mãe para reproduzir uma das brincadeiras que eu mais fazia na minha rua: garrafão. Mais alguém brincava disso também?
Ah! As fotos deste post são da fotógrafa Evelen Gouvêa.
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Por que lugar de criança AINDA pode ser na rua. Muito legal esse post!! Bem cuidados e orientados os pequenos podem se divertir com esse deliciosas brincadeiras ao ar livre.
Que iniciativa bacana, Patrícia. Obrigada pelo credito das fotos, nem todos lembram….
Ficaram ainda mais lindas em todo o contexto que você cuidadosamente criou. Um beijo.
De nada, Evelen! Os créditos, mais do que merecidos, são devidos! Ainda mais para fotos tão lindas 🙂
Nossa!Hoje em dia brincadeira de elastico é bem diferente,brinco todos os dias na escola,mas é bem diferente msm tem várias fases diferente calcinha,ono 1,unha de gavião, sozinho, Coca Cola, fico impressionada pela diferencia!
Verdade. Tem muita diferença mesmo. Eu fui pular com a minha filha e o meu jeito de pular é super diferente do dela! Mas é melhor assim porque tem mais jeitos de pular, não é?