Uma rotina de brincadeiras com crianças mais velhas
Um jeito que eu tenho de conseguir manter o vínculo com a Carol, minha filha de 11 anos, é aproveitar os momentos em estamos juntas para “sermos bobas”. Boba no sentido de brincar sem nos preocupar com regras ou com o que os outros vão pensar e trazendo leveza para a nossa relação. Esse é um ótimo jeito se ter uma rotina de brincadeiras com crianças mais velhas: a gente simplesmente inventa brincadeiras diferentes, com o objetivo puro e simples de se divertir.
Outro dia fiz um post sobre lançamento de cartas. Você leu? Brincar de ver quem lançava as cartas mais longe foi a nossa brincadeira.
Também brincamos de escalar o batente da porta.
E de ver quem consegue equilibrar mais peças de Lego em um palito de picolé preso entre os dentes.
Uma das últimas invenções da Carol foi o pique patinete. Esse é “sofisticado” e tem variações! Tanto pode ter os jogadores em patinetes e escolher um deles para ser o pegador.
Outra é um pegador ficar com uma bola daquelas leves e tentar acertar os demais jogadores que tentam fugir no patinete. Mas atenção! Para essa brincadeira tem que usar aquelas bolas beeeeem levinhas, que você compra de vendedores ambulantes em parques e feiras. Se for uma bola mais pesada, o pique fica perigosa porque ela pode derrubar e machucar quem estiver no patinete.
E ainda pode ter uma opção se as crianças no patinete forem habilidosas. O pegador ficar com a bola para acertar no outros participantes. De novo, a ideia não é jogar algo pesado que possa derrubar.
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