Uma gincana na piscina que eu inventei para meus filhos


Volta e meia tem amigos dos meus filhos brincando em casa. Como eu já tenho 3, isso significa ter sempre na manga brincadeiras para um grupo grande de crianças. A brincadeira de queimada que eu inventei foi praticamente uma gincana na piscina para a turma.

Tudo começou com crianças demais e piscina de menos. Ou seja, havia seis crianças grandes, todas com mais de 7 anos, numa piscina pequena infantil.

E, claro, houve o momento em que a brincadeira ficou mais insegura, com um se jogando sobre o outro e querendo pular na piscina muito rasa. Por isso, resolvi interferir.

Mas antes de chamar a atenção, eu prefiro usar a tática de sugerir uma brincadeira diferente. Precisa ser tão legal para eles curtirem e entrarem na minha.

Gincana na piscina com emoção

Tudo começou com uma bola que estava dando sopa por ali.

Eu pensei numa queimada. Mas como assumir um certo controle da brincadeira, para que eles controlassem o agito? Simples, eu seria o queimador eterno. Até porque, eu estava fora da piscina, o que justificaria minha posição.

Então, lembrei de uma queimada que jogava na escola, em que aqueles queimados ficavam sentados no meio de um círculo. Os outros jogadores cortavam a bola nos coitados sentados. Quem pegasse a cortada com as mãos, saía do centro.

Obviamente, eu não faria isso com as crianças. Mas defini que quem eu conseguisse queimar, ficaria no meio da piscina. Mas agiria como meu “ajudante”.

Ou seja, eu poderia jogar a bola para ele e meu ajudante poderia queimar alguém de dentro da piscina.

Troca no centro

Desta forma, sempre haveria uma troca de ajudantes no meio da piscina, ninguém sairia e o foco estaria em mim.

A regra final dizia que para não serem queimados, ou eles teriam que submergir na piscina, ou colocar as duas mãos na cabeça. Se rebatessem a bola, estariam queimados.

Pensa que eles acharam chato a “tia” brincando? Imagina! Eu fiz bem meu papel de vilã. Não dava sossego. Se alguém afundava na piscina, eu ficava só esperando o ar acabar e pimba! Queimava. Todos ficavam torcendo uns pelos outros.

Foi uma delícia e a queimada teve mesmo gostinho de gincana na piscina. Depois disso, as crianças voltaram a brincar livres e numa boa!

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