Dicas para incentivar o bebê a andar
Desde cedo a Gabi demonstrou seu gosto por ficar em pé. Ela aprendeu a engatinhar, mas logo preferiu buscar apoio para se locomover andando. Por conta disso eu dei uma pesquisada no Pinterest e no Instagram, especialmente no perfil da @mamaecriaebrinca e acabei encontrando dicas para incentivar o bebê a andar. Adotei várias e hoje em dia falta pouco para a Gabi andar sozinha.
Vale dizer que todas essas atividades só foram feitas depois que a Gabi já tinha passado pelos estágios anteriores do desenvolvimento motor, que você pode conhecer e acompanhar na séries de posts sobre o Desenvolvimento do Bebê. Nada de antecipar passos e querer que a criança ande antes da hora, ok?
1. Coloque objetos no sofá
Quando você coloca brinquedos ou outros objetos interessantes no sofá, a criança consegue visualizar e tem o estímulo para se levantar e pegar. Com a vantagem de que o sofá não tem quinas e por isso o bebê não vai correr o risco de se machucar. Essa dica fez parte da série Desenvolvimento do Bebê e a gente pode começar a fazer quando percebe que a criança já tem força para se sustentar nas pernas.
2. Aumente a distância dos objetos
O bebê conseguiu ficar em pé com apoio no sofá? Então você pode começar a mover os objetos para fazer o bebê se deslocar
3. Sustente o corpo do bebê
Quando a criança começa a se soltar, mas ainda se desequilibra muito, você pode improvisar um apoio com a fralda. Com isso você protege a sua coluna e ainda permite que o bebê tenha confiança de experimentar novos movimentos e distâncias
Para fazer a faixa nós dobramos uma toalha fralda na diagonal e amarramos no peito da Gabi, com cuidado para não pressionar demais as axilas. É só dar um nó e pronto. 
4. Estimule o uso do pé Para isso as brincadeiras com bola são sensacionais. É só falar o “Chuta a bola, Gabi” que ela sai feliz da vida segurando nas mãos de quem estiver por perto e chutando com gosto suas bolinhas
Eu vou publicar ainda várias atividades para ajudar no desenvolvimento do bebê. Se você não quer perder nada, que tal fazer parte da nossa lista de envio de e-mails? A Newsletter Tempojunto é semanal, gratuita e traz todos os posts que fizemos.


Adorei parabéns minha bb ra quase andando vou fazer o apoio com a fralda
Obrigada, Alessandra! Depois conta como foi! Espero que você volte outras vezes 🙂 bjs
Ameii minha filha tem 7 meses mas fica durinha em pé !!
Bóra continuar brincando para estimular o desenvolvimento dela 🙂
Gosto muito de muitas das dicas, excepto esta, que poder-se-ia chamar “5 dicas para criar problemas nas pernas e coluna do seu filho” ou “5 dicas para obter o mesmo efeito da aranha/andarilho”. Continuamos com pressa para que os nossos filhos sejam os primeiros a andar, ler, bater no colega de escola, entre outros motivos de orgulho dos pais. Estimulamos a ultrapassar etapas essenciais para fortalecer a coluna, sem os deixar passar pelo virar, elevar o pescoço, rastejar, elevar a tronco, gatinhar até um objeto para puxá-lo a fim de ajudar a colocar-se de pé, agachar, andar, etc. Bem-vindos ao mundo das pernas arqueadas, lateralização de pés e futuros problemas de coluna.
Olá Jakim,
Muito obrigada pelo seu comentário. Você está coberto de razão. Esse post é posterior a uma série chamada Desenvolvimento do Bebê, em que, com a ajuda de uma fisioterapeuta, explicamos como se dá o desenvolvimento motos da criança, da cabeça para o pé, e quais são os marcos do DNPM que devemos acompanhar para saber como estimular a criança adequadamente em cada fase. No entanto, nesse post que você comentou especificamente, não falamos sobre isso e uma pessoa que não acompanhe o blog pode achar que pode fazer as brincadeiras antes da hora e causar exatamente os problemas que você menciona. De forma alguma queremos antecipar estágios ou provocar problemas de desenvolvimento. Tudo o que a gente defende é a estimulação adequada, não precoce e nem a pressa. Especialmente considerando que cada criança tem o seu ritmo.
Acabei de editar o texto para incluir a seguinte frase:
Vale dizer que todas essas atividades só foram feitas depois que a Gabi já tinha passado pelos estágios anteriores do desenvolvimento motor, que você pode conhecer e acompanhar na séries de posts sobre o Desenvolvimento do Bebê. Nada de antecipar passos e querer que a criança ande antes da hora, ok?
Jakim, caso você tenha interesse em conhecer a série sobre o desenvolvimento do bebê e deixar opiniões por lá, o link é: http://www.tempojunto.com/2015/03/22/7-dicas-para-estimular-o-desenvolvimento-do-bebe/
Obrigada,
Patrícia
Adorei as dicas ,sou avó de uma garotinha: chamada Alycia ,eu quem cuido dela , e para mim era o que eu precisava para ajuda- la em seu desenvolvimento, ,gostaria de deixar um abraço a todas da equipe e agradecer mesmo do fundo do meu coração pela dedicação e amor , com o qual foi preparado este vídeo muito obrigada e continuem neste sucesso ,vocês eram o que faltava para nos ajudar, bjs fiquem todos com DEUS
Oi Marlene, obrigada pelo carinho. Ficamos muito felizes em saber que o nosso conteúdo consegue ajudar de alguma forma. Beijo grande para você e para a Alycia!
Sou estudante e coordenadora de um berçário em São Paulo e me entristeço muito ao ler esse tipo de coisa, respeito a educação e escolha que cada um faz para seus filhos mas não posso deixar de alertar/ falar sobre isso.. Vamos parar de super estimular os bebês, cada um tem o seu tempo e seu momento. Deixe que ele escolha quando o fazer, não queira fazer por ele, só faz mal.. Leiam mais sobre Emmi Pikler 🙂 Bjs
Oi Ellen, tudo bem? Obrigada pelo seu comentário. Conhecemos sim a Abordagem Pikler na educação do bebê e temos o cuidado de ter em mente não só esta, mas também outras abordagens em educação infantil – como a Montessoriana – em nossos posts, mesmo não sendo especialistas no assunto. É de Pikler, por exemplo, que trabalhamos muito em nossos posts para bebês que a hora dos cuidados também é um momento para as crianças aprenderem. Não pensar em atividades como amamentar, trocar fraldas, trocar as roupas — atividades que se faz “para o bebê” — mas sim em atividades com ele, é uma maneira de desenvolver sua autonomia. Também cuidamos para nos nossos posts valorizarmos brinquedos caseiros e brinquedos que permitam que a criança experimente, descubra, invente. Você já chegou a ler sobre Cantinhos em nosso blog?
Também sabemos da importância de cada bebê ter seu ritmo e conversamos exaustivamente com nossos leitores sobre isso, até para evitar, por exemplo, a natural comparação dos pais com relação aos seus filhos e outras crianças. Particularmente neste post sobre incentivar a andar, deixamos claro que “Vale dizer que todas essas atividades só foram feitas depois que a Gabi já tinha passado pelos estágios anteriores do desenvolvimento motor, que você pode conhecer e acompanhar na séries de posts sobre o Desenvolvimento do Bebê. Nada de antecipar passos e querer que a criança ande antes da hora, ok?” justamente porque sabemos que uma brincadeira, uma atividade ou um estímulo só precisam acontecer a partir da motivação da criança e desde que permitamos que a criança tenha tempo, espaço e objetos que permitam sua curiosidades e desenvolvimentos naturais.
Obrigada novamente e espero que nossos posts possam ser úteis de alguma forma a você.
Adorei as dicas …gostaria de receber mais.
Bruna do céu! Mil desculpas pela demora. Só agora vi que tinha esse se comentário pendente. Acabei de incluir vc na nossa lista de email. Agora você receberá notícias nossas semanalmente. Espero que goste e aproveite.
Grata,
Patrícia
Amo suas dicas! Tenho dois filhos muito adiantadinhos. O primeiro, Davi, tem seis anos e aprendeu a engatinhar e andar muito cedo, sempre incentivamos a independência dele, fomos amplamente criticados quando ele quis aprender a ler e escrever e o ensinamos. Hoje, tenho outro menino de 6 meses, Jonas. Com três para quatro meses ele já sentava sem apoio, com cinco meses ele começou a ficar de pé apoiado no sofá, daí começou a andar apoiado no sofá e nos móveis da casa. Agora, no alto dos seus seis meses, ele fica em pé sem segurar em nada. É por alguns segundos, não forçamos a barra. Ele também balbucia algumas palavras, aprendeu a bater palmas e, ás vezes, quando está com vontade, dá tchau. Acredito que devemos seguir o ritmo de cada criança. Novamente somos criticados, mas não forçamos o desenvolvimento deles, seguimos apenas o que eles mostram para nós que já são capazes de fazer. Obrigada por suas dicas.
Show vou tentar essa da fralda
Legal a ideia da fralda, né Debora?! Depois, conta para a gente como foi! Escreva para contato@tempojunto.com 🙂
Amei a dica.Deu super certo com a fralda.
Que legal!
Amarrar está toalha com certeza não é confortável para as axilas do bebê. Tente amarrar um lençol em você e aguentar seu peso nas axilas. Se for confortável faça em seu bebê. Um pouco de noção é sempre bem vindo..
Gilvânia, tudo bem? Obrigada pelo seu comentário. Na verdade, se você perceber no post, além de deixarmos claro o aviso para não apertar a fralda (não é uma toalha) nas axilas do bebê, esta atividade acontece e recomendamos depois que todas as demais etapas do desenvolvimento natural do bebê já aconteceram.
Ou seja, aqui a fralda não funciona como um sustentador, na qual o bebê apoia a axilas. É uma forma de ajudar o bebê a conduzir seus passos onde não há lugar de apoio. A alternativa mais comum é dar a mão para o bebê andar. Entretanto, ao dar a mão, o bebê fica com o braço estendido para o alto e a coluna fica torta para compensar justamente o braço alto.
Obrigada novamente pela sua observação. Abraço
Cada criança tem um tempo de amadurecimento da coluna e da coordenação para que consiga ficar de pé com equilíbrio… e depois andar. O andar solto de um bebê que foi respeitado é bonito, leve e sem tantos tropeços! Então não recomendo acelerar esta etapa…. estimular com brinquedos é uma boa ideia, desde que se perceba a iniciativa da criança, que não troquemos os terríveis andadores, que já feriram muitos bebês gravemente, por alternativas parecidas.
P.S.: não sou médica, apenas mãe de uma criança que foi criada com base no método pickler e tratada como uma pessoa desde bebê.
Oi Fernanda! Obrigada por compartilhar a sua experiência.