Brincadeira ao ar livre para fazer com as crianças: bambolê


Ultimamente, tenho achado muito legal trazer de volta para meus três filhos brinquedos que usávamos quando eles eram menores e perceber como as brincadeiras mudam. Este foi o caso do bambolê.

Quando eles eram menores, a ganhamos dois bambolês em uma festa junina. Eles eram enormes para as crianças e a brincadeira que a gente fazia era de pular num pé só, ou abrindo e fechando as pernas, dentro e fora dos círculos. Depois passou, e acabei doando os brinquedos.

Dia destes, novamente em uma festa junina, mais dois bambolês vieram para casa.

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Mas a história agora foi bem diferente. Com 8 anos (o Pocoyo), 7 anos (a Cururuca) e 6 anos (a Potcho), as habilidades motoras deles mudaram e evoluíram. E o bambolê virou protagonista de outras formas de brincar, como:

Jogar o arco um para outra no ar. Às vezes a gente deixa cair no chão para pegar. Em outras, temos que pegar no ar.

Em outros momentos, o bambolê se transforma em uma roda, rolada de uma para outra no chão.

Em ambas brincadeiras, além da diversão e do monte de risadas que a gente dá, quando o arco sai escapando das nossas mãos, a gente trabalha coordenação motora. Também é estimulada a coordenação olho-mão (da qual falamos muito em relação aos bebês); ou seja, cálculo de distância do nosso olho para nossa mão, para conseguir recuperar o bambolê.

E tem mais: relação de força, direção e velocidade para jogar e apanhar o brinquedo.

Ah! Tem o tradicional também

Outra brincadeira que as meninas gostaram muito de fazer são sombras com o bambolê. De lado, de frente, juntas e separadas, elas criaram formas com o brinquedo no sol.

E já ia me esquecendo. Claro que tem o jeito mais tradicional de brincar de bambolê: girando pelo corpo. Bom, neste quesito, estamos treinando ainda. Rsrsrs. A gente consegue dar umas reboladinhas, mas ainda não dá para segurar o arco na cintura. Nem a Cururuca (que está aprendendo), nem eu (que perdi o jeito!).

Eu prefiro no braço. Daí sou fera e consigo até trocar de um braço para outro, ou pegar o bambolê no ar e fazê-lo girar direto no braço.

Então, no meio das fotos, o Pocoyo também se interessou e tentou girar o bambolê. Ele já tinha brincado de todas as outras formas com as irmãs, mas esta foi novidade.

Bom, quando a gente estiver craque em bambolear, eu faço outro post!

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