Acrobacias seguras para brincar na piscina com os filhos

Antes de falar sobre qualquer das acrobacias seguras que você pode propor para seus filhos brincarem na piscina, quero lembrar que a gente aqui sempre propõe um tempo junto com as crianças. Ou seja, piscina, mar, água em geral é maravilhoso. Mas é importante estar sempre próximo do seu filho. Especialmente se ele está abaixo dos 10 anos.
Mas, que criança não gosta de inventar mil e uma piruetas, saltos e mergulhos na piscina?
Em casa, meus filhos hoje estão com 9 anos, 7 anos e meio e 7 anos. Entretanto, estas acrobacias eu faço com eles desde que tinham 5 anos. Vale lembrar também que aos 5 anos todos já sabiam ao menos se virar na água. Seja nadando “cachorrinho”, ou mantendo a cabeça para fora.
Esta foto acima é do Campeonato de Mergulho, que propus para o Pocoyo e os amigos. A ideia é ver quem consegue mergulhar mais distante (e não mais fundo). Como cada um que chegar mais longe, eles se jogam mais na superfície da piscina.
Outra sugestão é brincar de saltos em pé e longe da borda. Valem duas regras: quanto mais longe da borda, melhor o salto. E quanto mais em pé, retinho, mais perfeito. Eles podem variar, começando a saltar de frente, ou de costas. Também vale dar um giro parafuso, em torno do próprio corpo ao pular.
Bomba e balé aquático
Além disso, caso não haja outras pessoas perto, a boa e velha “bomba” também é divertida. Para quem conhece com outro nome, o salto “bomba” aqui em São Paulo consiste em pular o mais longe possível da borda da piscina, abraçando as pernas. Espirra muuuuita água e as crianças amam.
É difícil fotografar, mas nesta sequência, a Cururuca está fazendo cambalhotas na piscina. Você sabe fazer?
Quando eu era pequena, muitas vezes ao dar cambalhotas entrava água no meu nariz. Nossa! Parece que queima o cérebro! Então, acabei desistindo de brincar assim. Até hoje eu nado sem fazer as viradas (!).
Mas quando minha filha quis aprender, voltei aos meus treinos de criança para ensiná-la. Descobrimos juntas o que muita gente já deve saber: basta assoprar pelo nariz quando estiver na cambalhota e o ar não entra. Física simples, né?
Estrelinha entre as acrobacias seguras
Como minhas filhas gostam de um balé, eu mostrei a elas cenas daqueles musicais antigos, com bailarinas aquáticas fazendo desenhos com o corpo nas piscinas.
Elas curtiram e quiseram fazer.
Aqui estou com elas fazendo o giro das estrelinhas. Eu as seguro e as giro na superfície da piscina. Elas ficam de pernas e braços abertos, no formato de uma estrela.
Acabei não fotografando mais, mas brincamos muito tempo fazendo formas boiando na água. Tinha o número 4, o “S” sozinho; o “S” com as duas juntas; o bebê boiando (de lado, elas boiam como se estivessem dentro do útero; enroladinhas).
É uma brincadeira bem legal, mesmo para crianças pequenas, que descobrem formas de movimentar o corpo que só a água permite.
Por fim, a velha e boa brincadeira de nadar por baixo das pernas. Simples, certo? E minhas filhas amaram. Cada vez, tentando passar mais fundo ou mais raso. Chegaram até a se enroscar em uma das minhas pernas antes de emergir.
Então, estas foram algumas dicas de acrobacias seguras que você pode propor a seus filhos pequenos ou grandes, enquanto estiverem na piscina.
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FDS fui a um clube pela primeira vez e fui surpreendida pelo fato de ser proibido pular na piscina, a criança tem que sentar para entrar, ou ir pela escada. Fui procurar saber como é em outros clubes e me disseram que esse é o padrão. Não está fácil ser criança hoje em dia.
Pois é. Inclusive este post aqui já foi criticado por conta das dicas de brincadeiras. Realmente a piscina é um lugar que precisa ser seguro. Acidentes podem acontecer. Por isso, recomendamos que as brincadeiras na piscina sejam sempre junto com um adulto.
Num clube – seja privado ou seja uma piscina pública – o número de crianças é muito grande e fica extremamente difícil permitir este tipo de brincadeira, já que muitas vezes não há um adulto junto na piscina. Um lugar público como um clube precisa ter regras mais rígidas mesmo para evitar acidentes desnecessários