7 livros de parentalidade que precisam estar na sua estante
Se você digitar “parentalidade” na lupinha do site da Amazon, a busca te trará mais de 10.000 resultados. Apesar de ser bom ter tanto material disponível, fica difícil imaginar o que escolher. Além disso, não basta apenas falar sobre o tema. É preciso vasculhar os milhares de livros e encontrar aqueles que sejam baseados na ciência, em pesquisas reais, e não apenas no “eu acho”.
Missão quase impossível, não é?
Desde que as Patis criaram o Tempojunto, além das experiências pessoais como mães ❤, elas estudam muito. A Pati Marinho é membro da Comunidade de Prática do Brincar do CDC – Center on the Developing Child da Universidade de Harvard e a Patcamargo é membro do Frontiers of Innovation do CDC da mesma Universidade, além de educadora, com especialização em neurociências e desenvolvimento.
Com tantos estudos e uma biblioteca inteira só sobre Parentalidade, elas selecionaram 7 livros de parentalidade que precisam estar na sua estante.
E agora, vamos aos livros?
Para facilitar, você pode ler sobre eles aqui ou clicar aqui para assistir a playlist Tempo de Livros do Tempojunto que está no Youtube. Além disso, caso você se interesse e queira comprar, vamos deixar um link para você. Lembrando que, sempre que você compra por meio de algum link do Tempojunto, você nos ajuda a continuar publicando vários conteúdos gratuitos para você ❤
1 – 50 maneiras de criar um bebê sem frescura
A nossa primeira dica entre os livros de parentalidade que precisam estar na sua estante é sobre bebês ?.
A Patcamargo leu 50 maneiras de criar um bebê sem frescura, escrito pela Jenny Rosen, logo que teve seu primeiro filho. Para ela, este foi o “livro de salvação”. Afinal, para uma mãe de primeira viagem em meio a um mar de opiniões, além de dúvidas e receios com os cuidados com o bebê, dicas do tipo “sem frescura” fazem toda a diferença.
Segundo a Pat, o livro é bem escrito, prático e desmistifica muitas “verdades” do mundo de pais com filhos bebês. Além de tranquilizar, tira muita caraminhola e culpa do dia a dia.
Uma das dicas supersimples está na contracapa do livro. A autora destaca que as crianças não vivem em uma redoma de livro. Então, recomenda aos pais que coloquem seus filhos no chão. Mesmo que isso signifique precisar trocar de roupas ou até dar banho. Afinal, ficar em contato direto com o chão é um grande estímulo para o desenvolvimento motor do bebê.
Como a autora é brasileira, o livro mostra a nossa realidade. Dividido em capítulos curtos, diretos e bem embasados é daqueles que podem ser devorados em poucos dias, mas devem ficar sempre ao alcance para aquela consulta rápida.
Para adquirir o seu exemplar é só clicar aqui.
2 – Crianças francesas não fazem manha
Este é um livro daqueles famosos entre as famílias e os educadores parentais.
Escrito pela jornalista Pamela Drucker, o livro traz a experiência pessoal da autora conhecendo uma cultura de educação parental bem diferente do que ela estava acostumada, sendo norte-americana.
Pamela foi morar em Paris logo depois de se casar. Na França, depois de ter sua primeira filha, ela percebeu muitas diferenças entre a sociedade americana e francesa quando se trata de educação dos filhos.
A Patcamargo leu o livro e nos trouxe uma reflexão.
Apesar de a realidade francesa e da americana serem diferentes do Brasil, para a Pat o livro tem dicas muito importantes. Principalmente sobre limites e autonomia. Além disso, ele trata sobre como as mães francesas lidam com a pressão social de “terem que ser perfeitas”.
Vale a pena a leitura, principalmente porque a Pamela escreveu o livro em primeira pessoa, o que nos ajuda a nos colocar no lugar dela como mãe. Mas, lembra do que falamos sobre a importância de o livro ter embasamento científico, pois é. Em “Crianças francesas não fazem manha” a autora coloca um capítulo inteiro com estudos científicos que embasam suas opiniões.
O livro está disponível em várias livrarias, mas comprando por este link você também ajuda o Tempojunto.
3 – Como as crianças aprendem
Nossa terceira dica entre os livros de parentalidade que precisam estar na sua estante é uma obra do autor canadense-americano, Paul Tough.
A Patricia Marinho leu “Como as crianças aprendem” e amou. Para ela, o livro é muito bem escrito, com uma linguagem muito fácil de entender e tem muito embasamento científico, pois o autor fez um trabalho profundo de pesquisas.
O livro nos ajuda a responder peguntas como: porque algumas crianças são mais bem sucedidas que outras na escola – será que isso tem a ver com fator genético ou a influência do ambiente onde vive? Será que também tem influencia da relação com a família e dos adultos próximos?
Além destas questões, o autor explica como as crianças aprendem e o que podemos fazer para que elas sejam bem sucedidas. O autor traz, num texto fácil de ler, histórias de crianças e adolescentes que personificam todos estes fatores e ainda assim, foram bem-sucedidos.
A Pati, nas suas muitas anotações de leitura, destacou que Paul nos mostra que tornar-se uma pessoa bem sucedida está longe de ser algo nato. Então, podemos ensinar aos nossos filhos que elas são capazes e o quanto elas podem ir mais longe. E quem não quer ensinar isso aos filhos, não é?
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4 – Disciplina Positiva
A Patcargo já entrevistou a Jane Nelsen, autora deste livro. Jane foi quem primeiro organizou as teorias de paternidade ao mesmo tempo firme e gentil e chamou de Disciplina Positiva.
A ideia de buscar uma nova forma de ser mãe surgiu porque ela achava que a maternidade era uma coisa muito chata. Como mãe, ela se sentia estressada e por vezes infeliz. Porém, sabia que não precisava ser assim. Ela tinha certeza de que a maternidade não precisava ser uma coisa pesada ou frustrante.
Por isso, Jane foi atrás de novos conceitos que reuniu nesse primeiro livro. Na obra, ela nos propõe uma nova forma de lidar com os filhos no dia a dia, sendo respeitosos e agindo com firmeza e gentileza, ao mesmo tempo.
Um dos tópicos que mais chamou a atenção da Pat durante a leitura é quando a autora fala sobre o comportamento que esperamos das crianças. Segundo ela, os adultos esperam que as crianças se comportem como adultos e se frustram porque, obviamente, não é assim. , também. Para ajudar aos pais, Jane traz vários exemplos de situações cotidianas que ajudam os pais a conseguir perceber e aplicar no seu dia a dia a dia.
Como a Pat explica neste vídeo, Jane é uma pessoa incrível. Doutora em Educação e terapeuta de casais e famílias, é mãe de sete filhos e avó de 18 netos. O livro é um dos clássicos indispensáveis que precisam estar na sua estante. Para adquirir o seu exemplar é só clicar aqui.
5 – Inteligência Emocional
Este é um best seller mundial daqueles que divide o mundo em antes e depois. Uma obra das mais citadas, Inteligência Emocional já vendeu mais de 5 milhões de cópias e foi publicado em 40 idiomas.
A Patricia Marinho leu o livro e, como ela menciona neste vídeo, Daniel nos mostra que nossa inteligência não deve ser medida apenas pelo QI – Quociente Intelectual, mas também pelo QE – Quociente Emocional.
O QE, resumidamente, é capacidade temos para perceber e lidar com as emoções.
O livro não é “fácil de ler”, justamente porque traz todo o embasamento teórico, além das pesquisas feitas por Daniel, que é considerado o pai da inteligência emocional. Mas, mesmo sendo uma leitura mais densa, o livro é recomendado para todos que querem entender o que é inteligência emocional e porque ela é tão importante na nossa vida.
Para a Pati, três pontos se destacam na obra: o embasamento teórico, ou seja, o livro é totalmente baseado na ciência e explica, com embasamento, como podemos ajudar as crianças a serem mais empáticas, como ensinar as crianças a lidar com o medo ou com a raiva, entre outras questões.
O segundo ponto é que o livro traz uma série de exemplos do dia a dia, o que ajuda a aplicar a teoria na prática de forma simples e assertiva. Aliás, além de ajudar na educação das crianças, Daniel também traz na sua obra exemplos de situações em outros tipos de relações como as profissionais e entre casais.
Por último, o destaque é que é possível sermos inteligente emocionalmente. Afinal, não é algo que nasce com a gente. Podemos estudar para sermos inteligentes emocionalmente e nunca é tarde para começar, pois nosso cérebro é plástico e se molda. Além disso, Daniel nos mostra que não é porque a criança tem um temperamento difícil que ela não vai saber controlar as emoções.
A nossa quinta dica entre os 7 livros de parentalidade que precisam estar na sua estante vale muito a leitura e se você quiser comprar um exemplar é só clicar aqui.
6 – Limites sem trauma
Este livro foi publicado no ano 2000, mas continua superatual e é por isso é que está entre os nossos 7 livros de parentalidade que precisam estar na sua estante. A obra traz numa visão muito direta, sem rodeios, de como os adultos podem trabalhar os limites com os filhos, de uma forma gentil, sem traumas – nem para as crianças, nem para os pais.
A Patcamargo leu o livro e nos mostra sua análise neste vídeo aqui. Para a Pat, Tania nos traz o assunto por meio de capítulos curtos, de fácil leitura e sempre direto ao ponto. Logo de início, a autora já menciona, por exemplo, exatamente onde dói o calo dos pais, onde a ferida pega mais para os adultos. A partir daí é que ela desenvolve o tema qual é a visão dela de como dar os limites sem causar traumas.
Um ponto importante é Tania defende, de forma contumaz, e explica, por meio de estudos científicos, que adultos não devem bater nas crianças. Aliás, ela acredita – e o Tempojunto também – que a violência física e a violência verbal são inadmissíveis. E quando falamos em violência verbal estão incluídos os gritos, palavras que menosprezam, xingamentos e tantos outros desrespeitos e abusos.
Uma ótima dica! Se você quiser ler o livro, nosso link está aqui.
7 – Mamãe vai Trabalhar e Volta Já
A Patcamargo leu este livro da jornalista Inês de Castro quando sua licença maternidade do primeiro filho estava acabando. Cheia de dúvidas sobre o que deveria fazer… Colocar na creche, deixar com parentes, parar de trabalhar e ficar em casa, a Pat destaca que o livro fez toda a diferença para ela nesse período.
Escrito de um jeito leve, divertido e muito fácil de ler, nele a autora traz sua própria experiência com o tema licença maternidade. Demitida depois do nascimento do primeiro filho, Inês começou a investigar sobre o assunto e pesquisar o que outras mulheres faziam quando estavam no pós licença maternidade.
Com base nessas pesquisas e nas suas experiência, Inês descreve nos capítulos os prós e contras de cada uma das opções que hoje estão disponíveis. Ela fala sobre ter babás, enfermeiras, contar com ajuda de parentes, colocar na creche ou escolinhas, e de optar por sair do mercado de trabalho para ficar com os filhos em casa.
Para a Pat, além de todas as ótimas dicas que o livro traz, a autora se dedica a tirar a culpa da mãe, seja qual for a decisão que ela tomará. Ela tranquiliza os adultos para que não se sintam culpados sobre o que vão fazer nesse momento tão importante da vida, principalmente das mães.
Outro ponto positivo é que a autora também traz entrevistas com outras mulheres, mães empresárias, mães empreendedoras e mães que ficaram em casa com os filhos. Essas mulheres compartilham suas experiências e ajudam as mamães sejam de primeira, segunda ou qualquer viagem.
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