Brincar pra quê? Para respeitar as diferenças


Em dezembro a gente inaugurou uma nova fase do canal do Tempojunto no Youtube. Agora, além do passo a passo de brincadeiras, teremos algumas séries que você poderá seguir periodicamente, o que será bem legal. Você já viu?

Bom, então antes de ir até lá, você pode ficar aqui mais um pouquinho para saber do que se trata. A primeira série que está no Youtube se chama Brincar pra quê? Nós pensamos nela como um bate-papo entre as “Patricias” do Tempojunto e você, para respondermos algumas das dúvidas e dificuldades na educação dos filhos. E, claro, vamos sempre sugerir uma brincadeira ou atividades lúdicas para lidar com a situação.

Brincar pra quê? Para respeitar as diferenças - abertura

O biscoito Passatempo deu as sugestões dos três primeiros episódios: Brincar para respeitar as diferenças; Brincar para aprender a dividir; e Brincar para entender o valor de uma amizade.

Diferenças invisíveis

Nosso primeiro episódio, então, fala das diferenças. A diferença de gênero é uma das mais comentadas quando o assunto é a brincadeira das crianças. Nós fizemos um post falando sobre a existência ou não de brincadeiras de meninos e meninas. E a opinião dos especialistas vai ao encontro do que nós vemos em casa. O importante é dar a liberdade de escolha nos momentos de brincar. “Afinal, se a gente não brincar juntos, como é que saberemos viver juntos quando ficarmos adultos?”, foi o comentário da Carol, a filha da Patricia Marinho, quando perguntamos sobre o assunto. Incrível, não é?

Além disso, há uma quantidade enorme de brincadeiras que independem de gênero. No vídeo da série mostramos o exemplo do Ninja-Ho! Ok. Agora dá uma olhada no vídeo. Você vai ver que simples e incrível é o Ninja.

Diferentes, mas nem tanto

Mas além desta história de menino e menina, a brincadeira ajuda a criança a respeitar outras as diferenças. Quando elas brincam com irmãos ou amigos de idades muito diferentes, por exemplo, precisam saber os tempos e limites de cada um. O mesmo acontece quando no grupo de amigos há uma criança portadora de alguma deficiência.

crianças estão doentinhas - pescaria com os pés

E o mais incrível é perceber como as brincadeiras funcionam mesmo como um catalisador do respeito. Eu tenho certeza que o brincar é a atividade mais democrática que pode existir entre as crianças. Com uma ou outra adaptação que elas mesmas podem definir ou você, como adulto, pode explicar, não há quem não possa participar de uma boa brincadeira.

crincas_brincando_cadeira_rodas

Então, retomando o assunto de hoje. Se você quer que seu filho cresça um adulto que compreenda e respeite as diferenças dos outros, deixe-o brincar livremente com crianças que não sejam iguais a ele. Juntas, elas conseguirão adaptar as brincadeiras para a realidade e possibilidade de cada um.

Ajude quando for necessário.

Não interfira a favor de ninguém, mas permita que eles encontrem soluções para as diferenças.

Mostre como dá para se divertir.

Celebre a diferença na brincadeira como algo positivo e necessário.

Brinque.

Vou lembrar aqui que este tema foi sugerido pelo biscoito Passatempo, que levanta esta bandeira de brincar junto para fazer o mundo melhor. Mas a gente também quer conversar sobre as suas dúvidas no Brincar Pra Quê. Então escreva nos comentários deste post e logo logo a gente bate um papo.

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